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DIETAS RESTRITIVAS E BAIXAS EM PROTEÍNA

Mesmo dietas muito restritas e de curto prazo tendo sua aplicabilidade (mais restrita do que muitos pensam), é importante ressaltar a importância do consumo proteico adequado, tanto por aumentar a degradação de proteína (através da restrição de carboidratos e gorduras), quanto pela demanda proteica em funções vitais do organismo.


Na imagem, vemos os aminoácidos fenilalanina e tirosina atuando nos hormônios da tireoide e nas catecolaminas norepinefrina e epinefrina (noradrenalina e adrenalina), além da dopamina.


Temos a glutamina formando glutamato, gaba (neurotransmissor importante) e glutationa (atividade antioxidante), além de ser combustível para os enterócitos).

Metionina que forma carnitina (carrega gordura para ser oxidada) e taurina (participa da formação de sais biliares) além de evitar excesso de homocisteína (maior risco cardiovascular). Falta na imagem (retirada do Nutrição avançada e metabolismo humano) os aminoácidos de cadeia ramificada (leucina, isoleucina, valina) que também tem diversas funções, principalmente no músculo esquelético.


Lições:


#1 Carboidratos poupam proteína. O total proteico dependerá do total de carboidratos.


#2 Dietas extremamente restritas geralmente tem baixo teor proteico, o que explica porque cabelo, unha, pele ficam péssimos.


#3 O potencial de redução dos hormônios e compostos nitrogenados (carnosina, carnitina, creatina, glutationa) varia muito conforme a falta de aminoácidos que sintetizam.


#4 Alguns aminoácidos fazem muito mais do que eu disse aqui. Dei uma enxugada.


#5 Por mais que todos tenham sua função, nem sempre a suplementação significará maior resposta dependendo do objetivo. Por essa lógica, bastaria tomar fenilalanina ou tirosina e emagrecer vendo maior síntese de T3, noradrenalina e adrenalina. Ex: suplementar creatina aumenta força, suplementar carnitina não aumenta emagrecimento.



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